Figurinhas da Copa resistem e unem memórias entre gerações
Em uma época marcada pelo consumo rápido de conteúdos digitais, poucas tradições conseguem atravessar gerações mantendo o impacto afetivo que o ato de colecionar deixa — sejam álbuns, fotos, medalhas ou até brinquedos. E nada como um ano de Copa do Mundo para trazer esse costume novamente à tona. Crianças, jovens e adultos, por meio de experiências presenciais, desafiam a lógica da instantaneidade digital e mantêm viva uma tradição baseada no contato humano. Esse costume ganha um significado ainda mais profundo na vida do aposentado Roberto Montagna, de 73 anos. Para ele, os álbuns, documentos e desenhos não representam apenas…
