Máquina do tempo em Camaquã
Tarde de sexta-feira, 16h22min, 25°C, Camaquã, a 125 km da capital gaúcha, Porto Alegre. O barulho dos carros demonstra a proximidade com o asfalto movimentado do centro cidade. Entre as palavras “cascão ou casquinha” surgem mais do que entregas e vendas de sorvete. Surge um sabor que há 70 anos é digerido em formato de lembrança. As plaquinhas com letras coloridas mostram os sabores disponíveis. Mas nem precisaria, porque os clientes da sorveteria Dröse geralmente já têm o seu sabor escolhido e, muitas vezes, conhecido, já que lá eles são chamados pelo próprio nome. Afinal, são frequentadores assíduos do local. Há quatro décadas à frente dos atendimentos na filial de Camaquã está Helen Dröse, uma pessoa simpática e gentil. Ela é casada com Rogério Dröse, filho de Felipe Leopoldo Dröse, neto de Felipe Dröse, que criou a receita artesanal transmitida de geração para geração.…
