Entre a tragédia e a pressa: os limites de “Caju, Meu Amigo”
O filme brasileiro Caju, Meu Amigo (2026), dirigido por Bruno Carboni, traz para a tela um dos eventos mais dolorosos da nossa história recente: as enchentes de 2024 no Rio Grande do Sul. Em vez de focar apenas nos acontecimentos da tragédia real, o roteiro prefere olhar para o dia seguinte e para a reconstrução. A história acompanha Rafaela, que adota um cãozinho resgatado chamado Pingo. O conflito real começa quando ela descobre que o cachorro se chama Caju e pertence a Nice, uma mulher que perdeu a casa na enchente e vive em um abrigo provisório. A ideia central…
