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Professores comandam ato de greve em São Leopoldo

Sindicato dos professores municipais liderou manifestações na sexta. BR-116 chegou a ser trancada por duas horas, em ambos os sentidos

Em São Leopoldo, a greve geral de sexta-feira teve um ato organizado pelo Ceprol (Sindicato dos Professores Municipais Leopoldenses), que começou às 10h da manhã, seguido de uma caminhada que partiu da sede antiga da prefeitura.

Durante a concentração, Andreia Nunes, presidente do Ceprol, discursou contra as reformas trabalhista – aprovada pela Câmara dos Deputados na quinta-feira (27) – e da Previdência, propostas pelo governo de Michel Temer (PMDB).

“Hoje o que temos visto é o desmonte do Estado de Direito, e a gente já falava isso. É a retirada dos direitos que nós já conquistamos. Infelizmente, a nossa atividade aqui é de resistência. Porque sabemos as manobras que o Congresso faz para retirar direitos dos trabalhadores, tanto na reforma trabalhista como na reforma previdenciária.”

O manifesto contou com trabalhadores e sindicalistas de diversas áreas e representantes de todas as 50 escolas do município.

“Todas as escolas estão aqui, representadas 100% ou em sua maioria, para mostrar que o magistério em São Leopoldo constrói e tem unidade”, completou Andreia.

Os sindicados da cidade bloquearam a BR-116 em seus dois sentidos na manhã de sexta, durante cerca de duas horas. A via foi liberada por volta das 7h. Bancos fecharam as portas em protesto, e as empresas de transporte público também não trabalharam durante toda a tarde.

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