Política

Partido busca acessibilidade e inclusão social na política

Militantes fundam partido em São Paulo e pretendem regularizá-lo já para as próximas eleições

Foto: Partido PAIS

Foto: Partido PAIS

Segundo dados do IBGE, no Brasil, mais de 45 milhões de pessoas possuem alguma deficiência, e encontram dificuldade de locomoção e inserção social. Consequentemente, possuem dificuldade para entrar no mercado de trabalho em qualquer área.

O Dia Internacional das Pessoas com Deficiência é no dia 3 de dezembro, e tem o objetivo de promover uma maior compreensão dos assuntos sobre deficiência. Segundo o TSE, a data foi escolhida para marcar a mobilização mundial em defesa dos direitos e do bem-estar das pessoas. Serve também para a  consciência dos benefícios trazidos pela integração das pessoas com deficiência em todos os aspectos, inclusive na política.

De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) apenas 5% dos partidos apresentaram candidaturas de vereador ou deputado federal para pessoas com deficiência. A advogada Jéssica Diogo, da procuradoria regional, afirma que a justiça determina que as pessoas com deficiência tenham participação na vida política e ocupação de cargos eletivos em qualquer órgão público. Assim as pessoas ganham espaço nos cenários políticos regional e nacional.

Os simpatizantes e pessoas com deficiência se mobilizaram e em 2014 criaram o Partido pela Acessibilidade e Inclusão Social (PAIS). Fundado em São Paulo, o partido tem como objetivo principal unir as pessoas com deficiência em uma única bandeira, cuja principal luta é a acessibilidade e a inclusão na sociedade política.

foto: Partido PAIS

O presidente Luiz Carlos busca a o registro definitivo do partido para ser reconhecido no TSE. Para isso, colhe assinaturas de pessoas que acreditam no conceito que deseja inserir na sociedade. Ele afirma que já colheu mais de 500 mil e faltam muito poucas para levar ao registro oficial. “Na últimas eleições conseguimos muitos adeptos para o nosso partido, mas precisamos correr para o TSE validar”, afirma.

O Partido acredita que essa causa pode mudar muito as esferas políticas, e ainda mais o modo como vivemos hoje neste cenário político. “Nos empenhamos na construção construção de um país melhor e com um propósito partidário”, afirma Luiz. Modernizado uma sociedade livre das desigualdades sociais,  em que tenha a justiça e democracia, além da solidariedade popular.

 

Inclusão nos outros partidos

Outro partido que possui políticas internas de inclusão, e que nas últimas eleições trouxe candidatos cadeirantes, é Partido Humanista da solidariedade (PHS). Eles contribuem para inserção de inclusão social e procuram construir uma nação de igualdade e oportunidades. Para Tatiana, membro do partido, o objetivo é a eliminação da desigualdade social. “Buscamos fazer projetos que eliminem esse preconceito político”, afirma.

Para eles, trazer esses valores faz um país efetivamente democrático e organizado. Eles “…pretendem fazer movimentos e trazer pessoas que possam mostrar isso para a população, para que as pessoas possam se identificar”.

 

 

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