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OMBUDSMAN: Você conhece a Beta?

No último dia 19 de novembro, a Beta Redação computava ao todo mais de 7.500 visualizações. Com 4 meses de produção efetiva, o site de geração de conteúdo dos alunos de jornalismo da Unisinos apresentava 315 publicações até hoje (1º/12). Segundo dados apurados pela turma de métricas, o leitor gasta um pouco mais de dois minutos e meio no site. Foi possível perceber também que as redes sociais – Twitter e Facebook – não acompanharam o crescimento de acessos do site, apresentando dados com muita irregularidade. Dentre os motivos que levaram a essa queda, há, ainda, a falta de periodicidade das publicações, como já citado em outro ombudsman.

Acompanhando a Beta Redação e o trabalho da turma de assessoria de imprensa, os números apresentados são insuficientes para a quantidade de material já produzido ao longo do tempo. Segundo a turma de assessoria, foram realizadas duas ações de divulgação, sendo uma no dia da inauguração, por meio de projeção do site nos corredores da universidade, e outra no dia do vestibular na Unisinos. Além da tentativa de divulgação do site em outros veículos de comunicação, obtendo apenas a resposta do Coletiva.net, que, apesar de a matéria não estar mais no ar, também não era de conhecimento dos encarregados da divulgação.
Discute-se também a necessidade de divulgação direta e um melhor aproveitamento do material produzido em cada editoria. Como exemplo, podemos perceber que as produções dos materiais específicos acabaram tendo destaque no site, porém não obtiveram uma melhor exploração em outros meios da mesma temática, diminuindo o campo de alcance.
Nesse sentido, a falta de articulação e aproximação dos produtores com os divulgadores acabaram intensificando essa lacuna identificada. Outra constatação foi a falta de comunicação na hora de apresentar as estratégias possíveis para divulgação do material aos produtores. Afinal, algumas plataformas existentes não eram de conhecimento da maioria dos estudantes.
O olho do dono é que engorda a boiada. Apesar do clichê, a afirmativa segue valendo, pois o maior interesse de ser lido (visto) é, sem dúvida, dos próprios autores.

Texto: Sabrina Stieler e Diogo Rossi

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