Esporte

Enquanto a NFL não chega, faça seu próprio draft

Saiba quais as escolhas mais favoráveis para seu Fantasy

Setembro sempre chega trazendo mais uma temporada da NFL. Nos seis meses de folga dos times, há o sempre valioso Draft, free agency, trocas dos times e o divertido Fantasy, que inspirou o Cartola, no Brasil. E para ajudar a montar um grupo contender (que tem mais chances de vencer), aqui vão algumas dicas e análises de nove jogadores por posição de ataque: três preferenciais, três escolhas consistentes e três para se evitar. Que comece o jogo!

(Se você está começando agora, tem um glossário no final que explica os termos em inglês para não fazer feio na liga)

Quarterback:

Se você começou a jogar este ano, pode se sentir tentado a gastar a primeira escolha em um quarterback. Parece lógico, afinal, ele é a cabeça do time, certo? Bem, no campo sim, mas no Fantasy você só pode usar um QB na partida, enquanto tem de escolher no mínimo três WRs e dois RBs para o jogo. Fora isso, há tantas boas escolhas na posição que você não precisa se preocupar em pegar o melhor de todos logo na primeira rodada. A dica é esperar até a quarta ou quinta escolha. Assim, você já terá um bom corpo de recebedores e corredores. Aí é só coroar com o passador. E aqui estão as opções mais quentes:

 

Preferenciais:

 

Tom Brady. Foto: Free Commons

Tom Brady (New England Patriots)

Montar a lista com esses nomes é muito fácil. Mesmo quem não acompanha o esporte e conhece o talentoso QB de Foxborough como “o marido da Gisele” sabe que ele é um dos melhores da história. E não é para menos.

Levando o seu quinto anel para casa na temporada passada, ele é uma aposta fácil e sólida que somou 258.56 pontos na temporada passada, com apenas 2 interceptações entre seus 28 touchdowns em 3.554 jardas. Realmente, números invejáveis. E isso que ele ficou de fora nos quatro primeiros jogos da temporada passada.

Para reforçar a escolha, Brady tem um calendário favorável este ano, enfrentando apenas duas equipes com defesas no Top 10.

Drew Brees (New Orleans Saints)

Querido do draft, Drew Brees é outro QB na lista dos melhores de todos os tempos. E com uma vantagem no Fantasy: como o backfield de New Orleans nunca funcionou direito, o passe é quase certo (e certeiro) na maioria das jogadas. Dos 55 TDs, 37 saíram das mãos de Drew, que terminou a temporada com 5.208 jardas, líder na NFL. Aliás, apenas nove vezes um QB conseguiu quebrar a marca das 5 mil jardas. Brees é responsável por cinco delas.

Tudo bem que Adrian Peterson tenha chegado no time e Brandin Cooks, saído. Mas isso não deve ser problema para o jogador, que teve recebedor de Pro Bowl apenas uma vez em sua carreira.

 

Aaron Rodgers (Green Bay Packers)

Não tem como terminar a lista dos melhores sem Aaron Rodgers. O calendário pode não ser muito amigável, mas Aaron é um dos melhores de sua geração, indiscutivelmente. Com 40 TDs na temporada passada, liderou a pontuação com folga. Fora 380.02 pontos no Fantasy. Uma escolha muito segura para a temporada.

 

Consistentes:

Dak Prescott (Dallas Cowboys)

Em seu segundo ano de NFL, Dak tem a oportunidade de mostrar que pode ser o futuro da liga. No seu ano de rookie, foram 3.667 jardas, 23 TDs de passe e 6 touchdowns corridos. Para melhorar, o QB costuma proteger bem a bola, com apenas 4 interceptações na temporada passada. Levando em consideração a pouca atividade do time na free agency e o draft tímido, o Dallas Cowboys não deve passar por mudanças significativas neste ano. O que é uma boa notícia para quem está de olho no jovem passador.

 

Russell Wilson. Foto: Free Commons

 

Russell Wilson (Seattle Seahawks)

O QB dos Seahawks adora estar nos playoffs. Em cinco anos de NFl, foram quatro pós-temporadas e duas aparições no Super Bowl, vencendo em uma delas. Ao longo dos anos, o amadurecimento do quarterback tirou os holofotes de cima dele, o que não significa que seus números sejam menos expressivos. É uma escolha segura para, no mínimo, um TD por partida.

 

 


Andrew Luck (Indianapolis Colts)

Nas últimas temporadas, os torcedores dos Colts têm grandes motivos para estarem felizes. E um dos principais é seu QB. Luck quebrou a marca de 4.000 jardas, foi o quinto maior lançador de TDs com a vantagem de lançar menos interceptações do que dois dos jogadores logo acima dele. E, para melhorar, o calendário mais fácil da NFL pertence ao time de Indianapolis. Escolher Luck é certeza de bons pontos.

 

Evite eles

Derek Carr (Oakland Raiders)

Sim, evite o queridinho do final da última temporada. A lesão de Derek pode ter sido um mau presságio. E, depois de tanto tempo longe dos playoffs, os Raiders chegaram lá novamente. Só que o preço foi alto. Boas posições afetam o calendário da outra temporada, tornando-o mais difícil. Mesmo que os Raiders tenham um time em ascensão, vai ser muita pressão enfrentar duas vezes a defesa dos Broncos e dos Chiefs, além de receber a nada agradável visita dos Patriots, Cowboys e Giants. Os adversários mais fáceis do time de Oakland serão anfitriões. E vitórias na estrada são mais complicadas, ainda mais se considerarmos a distância que os jogadores têm de viajar.

 

Joe Flacco. Foto: Free Commons

 

 

Joe Flacco (Baltimore Ravens)

Ah, os Ravens. Quem não lembra daquela temporada mágica de 2012, com um Super Bowl na mão? É, mas Ray Lewis se foi, junto com a magia. Flacco tem penado para conseguir resultados decentes, e mesmo a contratação de Mike Wallace não deve ser o suficiente para o QB conseguir bons pontos. Precisa melhorar sua proteção e precisão antes. Portanto, evite.

 

 

 

 

Philip Rivers (Los Angeles Chargers)

Uma breve olhada nos números pode parecer animadora para o jogador de Fantasy escolher Rivers. Afinal, é difícil achar temporadas com menos de 4.000 jardas. Acontece que, em média, para cada dois TDs lançados, ele acaba sendo interceptado uma vez. E isso afeta negativamente sua pontuação. E como o jogo corrido dos Chargers ainda é inconsistente, Rivers novamente não terá descanso para seu braço. E, ao forçar passes, você já sabe. Interceptação.

 

Running Back:

Uma boa opção para se fazer o draft é mesclar escolhas de RBs com WRs nas primeiras opções. O ano não é lá muito bom para os corredores, já que a febre por jogo corrido passou. Mas ainda existem opções muito boas no mercado. Aqui vão elas:

 

Preferenciais:

Ezekiel Elliott. Foto: Free Commons

 

Ezekiel Elliott (Dallas Cowboys)

O motivo é basicamente o mesmo de Dak Prescott ali em cima: o Dallas Cowboys continua com um time forte e pretende chegar nos playoffs com sobra. E Elliott já mostrou que é muito capaz de aliviar a pressão do QB com corridas rápidas e uma impressionante capacidade de quebrar tackles. Além do mais, foi líder em jardas corridas do ano passado e sua O’Line continua como uma das melhores dos últimos tempos. Precisa de mais?

 

 

 

 

David Johnson (Arizona Cardinals)

O RB liderou o Fantasy do ano passado com 327.80 pontos. Um dos melhores de todos. E promete continuar na mesma toada, pois o problema de QB em Arizona continua. Não que Palmer seja ruim. Mas é visível que a idade bate na porta. E sua válvula de escape é David Johnson, que não costuma decepcionar.

 

DeMarco Murray (Tennessee Titans)

Mais experiente, Murray vai ter o trabalho de carregar a equipe enquanto Mariota, o QB, estiver lesionado. Na temporada passada, foi o segundo com mais jardas corridas, mas com poucos TDs. Agora, com bastante trabalho em suas costas, a tendência é outra.

 

Consistentes:

Carlos Hyde (San Francisco 49ers)

O RB é consistente por um simples motivo: o drama de San Francisco atrás de um QB continua. Depois de sua primeira temporada, Hyde quase foi cortado do time. Só que com o passe ficando cada vez pior, o corredor passou a ser a opção mais viável. Com certeza consegue alguns first downs, junto com pontos importantes para seu Fantasy.

 

Leonard Fournette (Jacksonville Jaguars)

Sempre perigoso apostar em um rookie. Mas o clima em Jacksonville não poderia ser melhor. Rápido e forte, é esperado que passe as conquistas de T. J. Yeldon sem grandes problemas. A situação dos Jags para a temporada é um tanto incerta ainda, principalmente por conta do sem sorte Blake Bortles. Mas como no Fantasy é o status individual que conta, vale a pena manter essa aposta.

 

Doug Martin. Foto: Free Commons

 

 

Doug Martin (Tampa Bay Buccaneers)

Sim, ele vai perder os primeiros três jogos, por conta da suspensão pelo uso indevido de drogas para seu tratamento psicológico. Mas a importância dele para os Bucs é enorme, tanto correndo com recebendo. A pontuação da temporada passada não é animadora por sua lesão, mas apenas o fato de o terem mantido até agora, mesmo com todos os percalços, dá uma ideia do quanto ele é valioso para o time de Tampa. Depois da suspensão, deve ser o principal corredor do time.

 

 

 

Evite eles:

Adrian Peterson (New Orleans Saints)

Se eu voltasse no tempo e dissesse isto para um fã de NFL de dois anos atrás, seria execrado: Peterson com certeza foi um dos melhores de sua geração. Mas apostar em um RB com tantos problemas pessoais em um time que aproveita tão pouco o jogo corrido não parece boa pedida. Melhor evitar.

 

LeGarrette Blount (Philadelphia Eagles)

Sim, eu entendo que é difícil falar disso quando ele acabou de ter uma temporada de 18 TDs. A melhor de sua carreira. Exatamente aí que está o problema. Em sua temporada de vencedor do Super Bowl, Blount encontrou um time obstinado, um playbook inteligente e vários recebedores machucados. A solução era correr. E como ele correu. Mas agora a realidade dele são os Eagles, cheios de RBs. Será uma temporada complicada e cheia de testes para o corredor.


Marshawn Lynch (Oakland Raiders)

Voltando para a NFL, Marshawn Lynch quer provar que tem gás para gastar ainda. Mas o peso da idade, a qualidade dos recebedores e o calendário nada agradável dos Raiders pode decepcionar os fãs do Best Mode. Para o bem do futebol americano e da quebra de tackles, espero estar errado. Mas não arriscaria.

 

Wide Receiver:

Provavelmente a posição mais crucial, devido ao número de jogadores escaláveis e a quantidade de boas ofertas no mercado. Assegurar um bom corpo de recebedores é importante para o sucesso de qualquer time no Fantasy.

 

Preferenciais:


Odell Beckham Jr. (New York Giants)

O garoto já cansou de provar ser um dos melhores recebedores da liga. Ou melhor, não cansou. Eli Manning tem poucas opções boas de passe, principalmente sob pressão. É justamente aí que entra Odell, que tem uma capacidade atlética enorme, capaz de agarrar a bola nas situações mais adversas. Ele pode até ser prepotente, mas é uma ótima escolha para seu grupo.

 

Julio Jones. Foto: Free Commons

Julio Jones (Atlanta Falcons)

Experiente, a sua parceria com Matt Ryan parece não se desgastar. Nos últimos jogos, Taylor Gabriel se apresenta como opção para passes de longa distância. Mas o olho de Ryan sempre procura as mãos de Jones. Prova disso são os poucos TDs agarrados pelo Wide Receiver, mas o impressionante número de 1.409 jardas recebidas. Escolha sólida.

 

 

Antonio Brown (Pittsburgh Steelers)

Um calendário fácil, um QB com braço forte, uma linha ofensiva consistente e um dos WRs mais talentosos das últimas duas décadas. Adicionar Brown em seu time é a garantia de muitos pontos na maioria dos jogos.

 

Consistentes:

T.Y. Hilton (Indianapolis Colts)

Já falamos acima sobre o calendário favorável dos Colts. E aqui está seu principal nome quando se trata de recebedores. O jogador fez mais de 1.400 jardas na temporada passada e, se depender de sua média, ao menos 1.000 jardas serão recebidas. Além do mais, ele tem a média de 15 jardas por passe. Ou seja, um first down por recepção e um ataque que continua com a bola. Apesar de não fazer muitos TDs (média de seis por ano), consegue muitos pontos no quesito jardas.

 

Larry Fitzgerald. Foto: Free Commons

 

 

Larry Fitzgerald (Arizona Cardinals)

Alguns envelhecem como vinho, outros como leite. E Larry definitivamente é um vinho. Aos 34 anos, são duas temporadas seguidas com 100+ recepções e 1.000+ jardas. Carson Palmer pode ficar descansado com David Johnson correndo e, quando tem a oportunidade, lançar para Fitzgerald. Seu Fantasy agradece.

 

 

 


Jarvis Landry (Miami Dolphins)

Ele e Odell jogaram juntos no College. E quase foram para a NFL juntos. Seria uma dupla de WRs inesquecível. Mas nem tudo é perfeito, e Landry tem feito milagre em Miami. Vai para mais um ano sendo o principal alvo de Ryan Tannehill e não deve decepcionar, como sempre.

 

Evite eles:


Brandin Cooks (New England Patriots)

Ele acabou de ir para os Patriots e vai dividir a posição com vários recebedores. O que é mais importante, porém, é a habilidade de Tom Brady de escolher para quem e onde ele vai tocar a bola. Brady não costuma forçar passes, confiando apenas em seu recebedor. Logo, a distribuição de trabalho é grande. No fim, é provável que os Pats vençam a maioria dos jogos. Mas não vai ser mérito exclusivo de um recebedor só.

 

Demaryius Thomas (Denver Broncos)

Ninguém duvida do talento de Thomas. Só que todos duvidam que o impasse com a escolha de um signal caller em Denver vá ser resolvido logo. Enquanto isso, melhor apostar apenas na defesa dos Broncos mesmo.

 

Keenan Allen (Los Angeles Chargers)

A lesão da última temporada botou um grande ponto de interrogação em sua carreira, que vinha sendo boa até então. Mas os Chargers se moveram e adicionaram Mike Willians, ex-Buffalo, ao plantel. Serão tempos secos para Allen.

 

Tight End:

Você só pode escalar um Tight End no jogo. Então é melhor fazer a escolha valer a pena. Eles não costumam dar muitos pontos, mas em ligas apertadas, podem fazer uma boa diferença.

 

Preferenciais:


Rob Gronkowski (New England Patriots)

Dispensa apresentações. Gronk, mesmo machucado boa parte da temporada passada, conseguiu números impressionantes. É um alvo de curta distância, mas que abre caminho entre a defesa com toda sua força. Em jogos complicados, pode realmente fazer a diferença para Tom Brady.

 

Travis Kelce (Kans City Chiefs)

A incerteza de sua lesão no ombro não tira o otimismo dos Chiefs com seu principal recebedor. Mesmo que perca algum jogo, o que é pouco provável, continua sendo um dos grandes jogadores em sua posição.

 

Greg Olsen. Foto: Free Commons

 

Greg Olsen (Carolina Panthers)

Sem Ted Gin, Greg vai assumir a responsabilidade de ser o principal alvo de Cam Newton na temporada. E essa tarefa deve ser tranquila para o talentoso jogador de Carolina. Mesmo com pouco TDs recebidos, foi um dos únicos a quebrar a marca de 1.000 jardas, junto com Kelce.

 

 

 

Consistentes:

Jordan Reed (Washington Redskins)

Na escalada de Cousins a um QB de franquia, ele teve a felicidade de encontrar Reed. E agora sem Garcon, o TE deve receber uma fatia ainda maior dos passes do audacioso quarterback. Uma boa escolha para o draft.

 

Kyle Rudolph (Minnesota Vikings)

Nome tradicional em Minnesota e amado pelos fãs, Kyle tem a missão de manter o ataque do time vivo em diversas situações. O time tem uma defesa muito competitiva, mas sem um QB definitivo, fica complicado vencer jogos. E, na dúvida, o passe sempre vai para Rudolph. Ganhando ou perdendo, ele continua uma boa opção.

 

Jimmy Graham. Foto: Free Commons

Jimmy Graham (Seattle Seahawks)

Finalmente, Graham voltou a ter uma temporada digna de um, bem, Graham. Com Russell Wilson apostando cada vez mais no passe, o TE deve ter mais oportunidades nesta temporada, como em 2016, quando foi uma peça importante para a competitividade do time.

 

 

 

 

 

 

Evite eles:

Antonio Gates (Los Angeles Chargers)

Veterano, Gates viu a ascensão de seu companheiro de posição Henry lhe tomar bastante trabalho. E a tendência é essa mesmo. Melhor não arriscar.


Jason Witten (Dallas Cowboys)

Um jogador que já foi muito importante para o Dallas poderia ter saído com Tony Romo e deixar o novo time florescer. Mas decidiu estar em campo novamente.Acontece que a nova formatação do time não comporta mais o experiente Tight End. Não se surpreenda ao ver a produtividade cair ao longo do tempo.

 

Coby Fleener (New Orleans Saints)

Um TD aqui, outro ali. É normal, quando se recebe a bola de uma lenda como Drew Brees. Mas muito abaixo do que era esperado quando o New Orleans decidiu trazê-lo a bordo. Pode conseguir alguns pontos em partidas específicas, devido à seca de bons recebedores no time. Mas não tem a regularidade necessária para se fazer uma boa temporada.

 

Bom jogo!

Bom, as dicas são essas. Mas é claro que sempre podem acontecer busts (apostas que não dão em nada) e outros jogadores surpreenderem. Inclusive os listados em “Evite eles”. Contudo, as dicas foram tiradas tanto do vasto banco de dados da NFL e da NFLPA (associação dos jogadores) e de Michel Fabiano e Conor Orr, especialistas da própria NFL. Em caso de dúvidas, os próprios jornalistas dão dicas quase diárias sobre o jogo no site nfl.com, em inglês, claro.

 

* Glossário

Backfield: “campo de trás” na tradução literal, é onde os jogadores de ataque tentam fazer jogadas com as pernas, ao invés de lançar a bola para frente.
Draft: escolha dos jogadores universitários que acontece todo início de ano.
Fantasy: jogo de simulação de times, parecido com o Cartola FC (sobre futebol), no qual se junta a uma liga e o time com os jogadores que mais pontuar, vence.
First Down: linha imaginária que fica a 10 jardas da linha de scrimmage na primeira tentativa. Ao passar da linha de First Down, o time consegue mais quatro tentativas para seu time.
Free Agency: jogador que está sem time mas é elegível para assinar com qualquer um que tenha interesse.
Playbook: livro de jogadas de cada time.
Playoffs: pós-temporada. No bom futebolês: mata-mata.
Pro Bowl: Jogo comemorativo em que as ligas da AFC e NFC, que formam a NFL, formam os respectivos times com os melhores jogadores de cada liga para se enfrentarem antes do Super Bowl.
Quaterback ou QB: o jogador que passa a bola.
Rookie: calouro, jogador de primeiro ano.
Running Back ou RB: jogador que atua no backfield e corre com a bola de trás, normalmente.
Scrimmage: 
linha imaginária que marca o início da jogada.
Signal Caller: jogador que chama a jogada. No ataque, normalmente é o Quarterback.
Super Bowl: jogo em que se decide o campeão da temporada.
Tackles: sabe quando um jogador derruba outro jogador? É exatamente isso.
Tight End ou TE: coringa do ataque, é um jogador alto e forte, que fica ao lado da linha ofensiva. Pode ajudar a linha na proteção do QB, mas também é elegível para correr e receber a bola.
Touchdown ou TD: maior pontuação no jogo (6), acontece quando um jogador cruza a end zone, que fica no final de cada metade do campo.
Wide Receiver ou WR: jogador que, normalmente, corre entre a defesa para receber a bola por passe.

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