Economia

Indústria e construção civil

Especialistas e líderes setoriais ouvidos pela Beta Redação fazem prognósticos para a economia sob o governo de Michel Temer

Gabriela Gonçalves e Laíse Feijó

Antes da votação do impeachment na Câmara dos Deputados, o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade, enviou uma carta sobre o atual cenário político e como ele impacta o setor industrial.

“Os brasileiros têm reais motivos para a desesperança. […] Essa conjuntura adversa, em grande parte causada por uma sucessão de erros na política econômica, vem afetando a indústria mais seriamente do que outros setores. Em 2015, o PIB industrial caiu 6,2% e a produção despencou 8,3%, o pior resultado em 12 anos. Estamos perdendo a capacidade de produzir, investir, inovar e criar empregos. Essa é uma situação sem precedentes no país”.

Robson Braga de Andrade disse na carta que apesar de o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior ter iniciativas positivas, o governo não demonstra capacidade para melhorar o ambiente de negócios, elaborar uma política econômica apropriada e propor ações para fazer o Brasil retomar a trajetória do crescimento e do progresso.

No setor da construção civil, o impeachment de Dilma é apenas uma perspectiva de mudanças para a retomada da economia. Antônio Pedro Teixeira, diretor-executivo da Maiojama Empreendimentos Imobiliários, falou sobre os acontecimentos que movimentaram o Brasil na quarta-feira (11): “Torcemos por mudança nas estratégias econômicas e políticas do país. Além disso, acreditamos que a melhora da economia influenciará no desemprego, aumento de renda e maior poder de compra, fatores que impactam no crescimento da construção civil e do mercado imobiliário”.

Veja os prognósticos em outras áreas:

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