Esporte

ANÁLISE: O que é preciso para o Grêmio chegar à final da Libertadores?

Os 14 últimos finalistas mostram em números

O Grêmio enfrenta o já eliminado Zamora nesta quinta-feira, 25, em Porto Alegre. Com 10 pontos, o time só fica de fora do mata-mata caso perca de goleada da equipe venezuelana, que perdeu todos os jogos até agora, e o Iquique/CHI vença por diferença simples o Guaraní/PAR. Ou seja, o Grêmio joga pela primeira posição na tabela.

Com a classificação tão próxima, o torcedor gremista já deve estar se preocupando com a próxima fase da competição. Traço aqui um perfil das equipes que foram até a final da Libertadores nesta década, avaliando das oitavas de final em diante. Foram sete campeões, que carregam algumas semelhanças que o Grêmio tem de ficar de olho.

REGRA NÚMERO 1:

Seja um time brasileiro. Quatro das últimas sete finais foram disputadas por clubes brasileiros. E o aproveitamento é de 100%. A má notícia é que nas últimas três nenhum time nacional foi para a final. Internacional e São Paulo caíram na semifinal em 2015 e 2016, respectivamente.

Mas, se o Grêmio chegar na final, a chance de gritar “é campeão” é grande.

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REGRA NÚMERO 2:

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Faça, pelo menos, nove gols. Só um time chegou à final com menos. Foi o Nacional, do Paraguai. Os outros 13 marcaram, no mínimo, nove vezes em oito jogos. Uma média de pouco mais de um gol por partida.

Já a defesa deve tomar sete ou menos gols, para garantir. Cinco times foram finalistas levando um ou mais gols por partida. E dependeram do gol qualificado por cinco vezes e da disputa por pênaltis duas vezes em suas trajetórias.

Com os times que foram finalistas com média de gol sofrido inferior a um gol por partida, tiveram de se submeter à disputa de pênaltis apenas uma vez e não dependeram do gol qualificado nenhuma vez. Bem menos suor escorrendo no torcedor.

REGRA NÚMERO 3:

Vença em casa e empate fora. Essa fórmula funcionou para a maioria dos times. Dos 104 jogos analisados (a final conta só uma vez e o River Plate teve um jogo suspenso, contra o Boca Juniors), foram apenas duas derrotas em casa. Se quiser chegar até a final, o Grêmio tem de se cuidar na Arena.

Já as vitórias fora de casa são bem complicadas. O torcedor que não as espere. E, se acontecer, a chance de ser apenas uma vez é muito grande. Digamos de 100%, se pegarmos as Libertadores desta década. Nada fácil. As derrotas são um pouco mais comuns que o empate, mas não foram desesperadoras, afinal, o jogo é decidido mesmo em casa.

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